domingo, 31 de agosto de 2014
O escritor
Certa vez li que, para ser um escritor original, deveria escrever durante 3 dias, tudo o que viesse na minha cabeça, porém se o assim fizesse, acabaria esquecido e amarelado, no fundo de uma gaveta ou uma escrivaninha velha, para somente os meus curiosos amigos passarem o tédio, certamente se os tempos fossem o da idade média seria perseguido e iria para a fogueira acusado de calúnia, personalidade doentia, e outras estranhezas das quais todo mundo tem um pouco. Indo além, poderia ser crucificado e apedrejado no caminho das pedras de jerusalém ao lado do filho de Deus, porém, eu não rescussitaria no terceiro dia. Ainda assim, escrevo dentre as linhas e rasuro em meu corpo tudo o que for`censurado e mau visto aos olhos de uma sociedade doente que acredita ter a cura para a insanidade daqueles que vivem a sua maneira.
Manifesto
vivendo o mundo pobre se conhece gente nobre
Gente que não escolhe a condição, nem quer ibope
Vítimas do artifício fictício do progresso
a evolução da espécie tomou forma de regresso
uns correm atrás do sucesso e outros do ganha pão
os olhos que enxergam o problema já não vêem a solução
Respeito e humildade formam a personalidade
está em alta, está em falta em nossa sociedade
Alternativa, porém viva, ainda existe saída
exercício para a mente é o terror da hipocrisia
senso crítico aguçado para encarar o dia-a-dia
Essa novela não é tão bela como muito se dizia
No grande mar universal somos apenas uma ilha..
O pai ao ver sua filha, com fome, vai fazê o que!?
desempregado, desamparado, vai roubar pra comer
O sistema quer te foder, ele não te reconhece
Vai virar estatística depois ele te esquece
Mente apodrece se deixarmos, resistindo venceremos
Quebre as regras, enlouqueça
Siga seus próprios termos.
Gente que não escolhe a condição, nem quer ibope
Vítimas do artifício fictício do progresso
a evolução da espécie tomou forma de regresso
uns correm atrás do sucesso e outros do ganha pão
os olhos que enxergam o problema já não vêem a solução
Respeito e humildade formam a personalidade
está em alta, está em falta em nossa sociedade
Alternativa, porém viva, ainda existe saída
exercício para a mente é o terror da hipocrisia
senso crítico aguçado para encarar o dia-a-dia
Essa novela não é tão bela como muito se dizia
No grande mar universal somos apenas uma ilha..
O pai ao ver sua filha, com fome, vai fazê o que!?
desempregado, desamparado, vai roubar pra comer
O sistema quer te foder, ele não te reconhece
Vai virar estatística depois ele te esquece
Mente apodrece se deixarmos, resistindo venceremos
Quebre as regras, enlouqueça
Siga seus próprios termos.
Só gaúcho entende..
Chimarrão psicodélico da erva proibida
Põe na roda da amizade é sempre uma boa pedida
Dê a partida com a direita meu irmão não esqueça
Contrariando o relógio que assim permaneça
Se você não tá ligado é como a lei do duende
Ronca a cuia, ceiva a erva só gaúcho entende
A água é quente, justamente por um motivo
Ritual tradicional, cunho degustativo
Meu amigo, a semelhança por aqui não é em vão
Ambas fortalecem os laços e causa aproximação
Uma é alvo de elogios a outra discriminação
Enquanto isso eu aguardo ela chegar na minha mão
Cuia e seda tão distintas porém parecidas
Pois acolhem quando podem nossas preferidas
Matéria prima é o porongo cola ai pra vê
Não confunda o mate amargo com o tererê
Vai se envolvê, então cuidado não queima o beiço
Aquece o pelo no inverno de bate os queixo
A erva é grossa, coisa nossa, não entope a bomba
Passa a bola, passa a goma, vou descer a lomba
E nessa onda, que eu aprendi os bons costumes
Maragato ou Ximango faca de dois gumes
De perfumes bem distintos, porém nada extintos
Abre o nosso apetite nos deixa famintos
Seu cultivo é artesanal, uau, nada mal
Nordestino não conhece então paga um pau
Na moral, esse papo me encomoda
Gente que não leva a sério ou acha que é moda
Que fura a roda, ou tem boca de piscina
Vai cansar de tomar toco ai a vida ensina
Serve o chima, e da a continuação
Nessa eu saio por cima e com a cuia na mão
E os irmão, também não ficam pra depois
Põe a engorda ai na roda e bola mais dois
Pois, a chaleira ta no fogo
E na próxima mateada tamo ai de novo!
Põe na roda da amizade é sempre uma boa pedida
Dê a partida com a direita meu irmão não esqueça
Contrariando o relógio que assim permaneça
Se você não tá ligado é como a lei do duende
Ronca a cuia, ceiva a erva só gaúcho entende
A água é quente, justamente por um motivo
Ritual tradicional, cunho degustativo
Meu amigo, a semelhança por aqui não é em vão
Ambas fortalecem os laços e causa aproximação
Uma é alvo de elogios a outra discriminação
Enquanto isso eu aguardo ela chegar na minha mão
Cuia e seda tão distintas porém parecidas
Pois acolhem quando podem nossas preferidas
Matéria prima é o porongo cola ai pra vê
Não confunda o mate amargo com o tererê
Vai se envolvê, então cuidado não queima o beiço
Aquece o pelo no inverno de bate os queixo
A erva é grossa, coisa nossa, não entope a bomba
Passa a bola, passa a goma, vou descer a lomba
E nessa onda, que eu aprendi os bons costumes
Maragato ou Ximango faca de dois gumes
De perfumes bem distintos, porém nada extintos
Abre o nosso apetite nos deixa famintos
Seu cultivo é artesanal, uau, nada mal
Nordestino não conhece então paga um pau
Na moral, esse papo me encomoda
Gente que não leva a sério ou acha que é moda
Que fura a roda, ou tem boca de piscina
Vai cansar de tomar toco ai a vida ensina
Serve o chima, e da a continuação
Nessa eu saio por cima e com a cuia na mão
E os irmão, também não ficam pra depois
Põe a engorda ai na roda e bola mais dois
Pois, a chaleira ta no fogo
E na próxima mateada tamo ai de novo!
Viva!
viva as drogas, que nos deixam doidões
viva aquelas, que despertam emoções
viva as drogas, que afastam os caretas de nós
e que de nossa mente desatam os nós
viva os venenos que nos matam aos poucos
e nos mantém lúcidos nesse mundo de loucos
viva, viva a sociedade drogativa
viva, o alcool e a cannabis sativa
viva a nicotina, viva todas inas
um viva a aqueles que se matam sozinhos
e não matam os outros com seus espinhos
um viva aos problemas e as soluções
aos altos e baixos e as quatro estações
um viva ao sopro do vento no ouvido
como um estilhaço de fá sustenido
um viva a nós, belas aberrações
que vivemos a vida em todas proporções.
viva aquelas, que despertam emoções
viva as drogas, que afastam os caretas de nós
e que de nossa mente desatam os nós
viva os venenos que nos matam aos poucos
e nos mantém lúcidos nesse mundo de loucos
viva, viva a sociedade drogativa
viva, o alcool e a cannabis sativa
viva a nicotina, viva todas inas
um viva a aqueles que se matam sozinhos
e não matam os outros com seus espinhos
um viva aos problemas e as soluções
aos altos e baixos e as quatro estações
um viva ao sopro do vento no ouvido
como um estilhaço de fá sustenido
um viva a nós, belas aberrações
que vivemos a vida em todas proporções.
Brinquedos
Num estoque gigante
Um boneco na estante
expressão delirante
aguardando o instante
em que será escolhido
a provocar fetiche
instigar fantasias
e fazer ofegante
o consumidor
que não liga pra dor
do seu semelhante
mas maquia o semblante
pagando um valor
a vitrine é a esquina
tanto faz se é Sandina
ou se é Tereza
o manequim é o corpo
que expressa a beleza
Realeza da noite
de dia descansa
a pose é agressiva
Por dentro é criança
guarda as lembranças
de quando era uma
logo esquece,
entristece
num banho de espuma
acende um cigarro
inala a fumaça
esquece que a vida
não é só desgraça
o cliente contente
devolve a estante
escolhe outro brinquedo
e segue adiante.
Um boneco na estante
expressão delirante
aguardando o instante
em que será escolhido
a provocar fetiche
instigar fantasias
e fazer ofegante
o consumidor
que não liga pra dor
do seu semelhante
mas maquia o semblante
pagando um valor
a vitrine é a esquina
tanto faz se é Sandina
ou se é Tereza
o manequim é o corpo
que expressa a beleza
Realeza da noite
de dia descansa
a pose é agressiva
Por dentro é criança
guarda as lembranças
de quando era uma
logo esquece,
entristece
num banho de espuma
acende um cigarro
inala a fumaça
esquece que a vida
não é só desgraça
o cliente contente
devolve a estante
escolhe outro brinquedo
e segue adiante.
Cadeiras não dançam
Prometemos felizes,
Nos arrependemos na tristeza,
Com raiva brigamos,
E bebemos em qualquer
dessas situações,
a cura pro amor, não está nas farmacias
nem nas receitas, de um erudito doutor
as vezes se encontra em um bar de esquina
recitada por um,
Sábio sofredor; .
Talvez,cura não tenha
por não ser uma doença,
pode ser disfarçada
por uma nova presença,
melhor quando intensa,
vem pra bagunçar,
Amor forçado é triste
Como ouvir
um mudo cantar
A incerteza é o que move,
Se soubessemos
que daria certo,
ou que não daria,
a aventura, o encanto
então quebraria,,
um tombo dói menos
que uma bunda quadrada,
uma cicatriz vale mais
que uma vida sentada..
Nos arrependemos na tristeza,
Com raiva brigamos,
E bebemos em qualquer
dessas situações,
a cura pro amor, não está nas farmacias
nem nas receitas, de um erudito doutor
as vezes se encontra em um bar de esquina
recitada por um,
Sábio sofredor; .
Talvez,cura não tenha
por não ser uma doença,
pode ser disfarçada
por uma nova presença,
melhor quando intensa,
vem pra bagunçar,
Amor forçado é triste
Como ouvir
um mudo cantar
A incerteza é o que move,
Se soubessemos
que daria certo,
ou que não daria,
a aventura, o encanto
então quebraria,,
um tombo dói menos
que uma bunda quadrada,
uma cicatriz vale mais
que uma vida sentada..
Tintas e grafites
Escrever é dificil quando a missão de faze-lo é dada sem borracha, é como vivemos nossas experiências todos os dias sujeito a tentativa e erro, sujeito a errar e não ter como apagar o que foi entalhado no coração de alguém naquele momento, no tempo e espaço, alguns preferem emoldurar esse sentimento e pendura-lo na parede das emoções, mas outros, os de memória curta, rasgam, amassam, rasuram, queimam e esquecem, isso os torna prontos para escrever um novo começo, agora, com a sua propría caneta.
Resistência
Resisto e reprimo o futuro
ao qual estamos vulneráveis,
a roboticidade que sai de nossas entranhas
e a como agimos automaticamente
em um espaço que tudo se repete.
Somos uma raça mutada pela tecnologia vendida
em troca da escravidão do nosso tempo
em favor da ignorância gratuita,
risadas são tecladas
sem mover um musculo da boca
assim como declarações são feitas
sem um olhar ou um afeto.
Já não basta
vivermos em caixas com portas e janelas,
agora temos de nos acostumar
a curtir e compartilhar nossas aventuras
ao invés de vive-las.
Prefiro parecer assim meio antigo,
negar um celular ao invés de um livro,
não ligo pro que fazem seus aplicativos,
não se aplicam a mim não tenho motivos..
ao qual estamos vulneráveis,
a roboticidade que sai de nossas entranhas
e a como agimos automaticamente
em um espaço que tudo se repete.
Somos uma raça mutada pela tecnologia vendida
em troca da escravidão do nosso tempo
em favor da ignorância gratuita,
risadas são tecladas
sem mover um musculo da boca
assim como declarações são feitas
sem um olhar ou um afeto.
Já não basta
vivermos em caixas com portas e janelas,
agora temos de nos acostumar
a curtir e compartilhar nossas aventuras
ao invés de vive-las.
Prefiro parecer assim meio antigo,
negar um celular ao invés de um livro,
não ligo pro que fazem seus aplicativos,
não se aplicam a mim não tenho motivos..
Pra elas..!
Meninas de perto, meninas de longe
Meninas de todos lugares
Conversam através de olhares
Que falam besteira, pedem a saídeira
Andando de bares e bares
A loira e a morena, já tão de esquema
Parece coisa de cinema
Trico ou crochê, é muito clichê
Meninas de hoje querem se envolver
Mostram procedê e atitude
Tem muito malandro que se ilude
Ele quer um lance, ela um romance
Na esperança que ele mude
Batom caramelo, amarelo ou vermelho
Faz poses tão belas na frente do espelho
Menina mulher, menina careta
Menina sapeca, menina travessa
Chama atenção pra que eu não esqueça
E que ela não saia da minha cabeça
Menina leonina, câncer, sagitário
Como um peixe no seu aquário
Sem compromisso no seu calendário
Despreocupada não cumpre horário
Acordada ou dormindo, chorando, sorrindo
estão sempre sentindo muitas emoções
Na selva de leões do seu interior
Dotadas de amor, ódio e malícia
Porém não vivemos sem essa delícia
Sem importar a cor da retina
Tom da melanina, pra mim tanto faz
Como um bom rapaz, respeito todas
Meninas, mulheres, muchachas ou moças
Não importa como são chamadas
O que elas querem é serem amadas
Sem esquecer da minha rainha
Que é minha mãe, também chamo de minha!
Erva cidreira com mel e canela
Me fazem lembrar do sorriso dela
Aquela piscadela é como um convite
Pro universo que nela existe
Mexe no cabelo, ela não resiste
é como um apelo, acerto o palpite
Menina que dança, sacode balança
De quem que herdou essa bela herança?
Falo da beleza e toda exubêrancia
Embeleza o ambiente, com sua frangância
Que como um rastro deixa sua marca
Menina escritora, menina artista
Escreve uma carta ou arrasa na pista
Menina nativa curte a natureza
Que é tão natural quanto sua nobreza
Cabelos raspados, dreads na cabeça
Demostram firmeza e um talento nato
Na arte da conquista não deixa barato
Sem ser percebido eu chego no ouvido
Leio o pensamento e provoco a líbido
De caso perdido ela me chama
Tudo se resolve quando o encontro é na cama
Ela diz que ama o acaso que ocorre
Num porre de idéias que nunca morrem
Moça solitária ou que anda em bando
Olha da janela ou passa desfilando
Anda esbanjando sua sensualidade
Sua inteligência maior qualidade
Mulher de verdade enfrenta o perigo
Se precisar faz um câmbio desligo
Tem muitos amigos a sua volta
Quem não conhece acha que é sua escolta
Não é pra menos, não há quem resista
Pinta de modelo, capa de revista
Menina elegante, ou que anda largada
Que bebe espumante, ou não liga pra nada
Quer ser minha amante, a outra namorada
Final empolgante, fita dominada
Guria, gaúcha, prenda de rodeio
Domina o cavalo na espora de freio
Chama pra um passeio com a cuia na mão
Erva de chimarrão ou erva proibida
No Sul onde eu moro, são sempre bem vindas
Aqui se encontram as mulheres mais lindas
E as que vem de fora são bem recebidas
De salto 15 ou vestido curto
Possui um poder dito absoluto
Ao qual não reluto e nem resisto
Filmo a cena chego e entrevisto
No hora do lance surge um imprevisto
Chega o pai dela eu sento e assisto
Mas não desisto tão facilmente
A minha fé é maior que a de um crente
Bem diferente, do que você imagina
Toda menina tem seu valor
Olhe pra dentro de seu interior
Pois a beleza é coisa passageira
Enquanto caráter pra vida inteira
Na diversão com as erradas procuro a certa
Pra ela chegar deixo a porta aberta
Dois travesseiros e uma coberta
Porém não espero tô sempre alerta!
Meninas de todos lugares
Conversam através de olhares
Que falam besteira, pedem a saídeira
Andando de bares e bares
A loira e a morena, já tão de esquema
Parece coisa de cinema
Trico ou crochê, é muito clichê
Meninas de hoje querem se envolver
Mostram procedê e atitude
Tem muito malandro que se ilude
Ele quer um lance, ela um romance
Na esperança que ele mude
Batom caramelo, amarelo ou vermelho
Faz poses tão belas na frente do espelho
Menina mulher, menina careta
Menina sapeca, menina travessa
Chama atenção pra que eu não esqueça
E que ela não saia da minha cabeça
Menina leonina, câncer, sagitário
Como um peixe no seu aquário
Sem compromisso no seu calendário
Despreocupada não cumpre horário
Acordada ou dormindo, chorando, sorrindo
estão sempre sentindo muitas emoções
Na selva de leões do seu interior
Dotadas de amor, ódio e malícia
Porém não vivemos sem essa delícia
Sem importar a cor da retina
Tom da melanina, pra mim tanto faz
Como um bom rapaz, respeito todas
Meninas, mulheres, muchachas ou moças
Não importa como são chamadas
O que elas querem é serem amadas
Sem esquecer da minha rainha
Que é minha mãe, também chamo de minha!
Erva cidreira com mel e canela
Me fazem lembrar do sorriso dela
Aquela piscadela é como um convite
Pro universo que nela existe
Mexe no cabelo, ela não resiste
é como um apelo, acerto o palpite
Menina que dança, sacode balança
De quem que herdou essa bela herança?
Falo da beleza e toda exubêrancia
Embeleza o ambiente, com sua frangância
Que como um rastro deixa sua marca
Menina escritora, menina artista
Escreve uma carta ou arrasa na pista
Menina nativa curte a natureza
Que é tão natural quanto sua nobreza
Cabelos raspados, dreads na cabeça
Demostram firmeza e um talento nato
Na arte da conquista não deixa barato
Sem ser percebido eu chego no ouvido
Leio o pensamento e provoco a líbido
De caso perdido ela me chama
Tudo se resolve quando o encontro é na cama
Ela diz que ama o acaso que ocorre
Num porre de idéias que nunca morrem
Moça solitária ou que anda em bando
Olha da janela ou passa desfilando
Anda esbanjando sua sensualidade
Sua inteligência maior qualidade
Mulher de verdade enfrenta o perigo
Se precisar faz um câmbio desligo
Tem muitos amigos a sua volta
Quem não conhece acha que é sua escolta
Não é pra menos, não há quem resista
Pinta de modelo, capa de revista
Menina elegante, ou que anda largada
Que bebe espumante, ou não liga pra nada
Quer ser minha amante, a outra namorada
Final empolgante, fita dominada
Guria, gaúcha, prenda de rodeio
Domina o cavalo na espora de freio
Chama pra um passeio com a cuia na mão
Erva de chimarrão ou erva proibida
No Sul onde eu moro, são sempre bem vindas
Aqui se encontram as mulheres mais lindas
E as que vem de fora são bem recebidas
De salto 15 ou vestido curto
Possui um poder dito absoluto
Ao qual não reluto e nem resisto
Filmo a cena chego e entrevisto
No hora do lance surge um imprevisto
Chega o pai dela eu sento e assisto
Mas não desisto tão facilmente
A minha fé é maior que a de um crente
Bem diferente, do que você imagina
Toda menina tem seu valor
Olhe pra dentro de seu interior
Pois a beleza é coisa passageira
Enquanto caráter pra vida inteira
Na diversão com as erradas procuro a certa
Pra ela chegar deixo a porta aberta
Dois travesseiros e uma coberta
Porém não espero tô sempre alerta!
Sentidos
Sobre a mesa o chá esfria
Me faço companhia
Relembro o dia em que te conheci
Onde foi que esqueci, o talento de amar
Na gaveta do quarto ou na mesa de um bar?
Tanto faz, tanto fez, pra que a lucidez
Só quero provar este gosto outra vez
Um cheiro, um perfume
Como de costume
Pra ressaca, que mata
A cura é a embriaguez
Como no xadrez, eu o rei e ela a dama
No jogo da vida o tabuleiro é a cama
Uma trama enrolada
Um tanto esquisita
Entre tantas mulheres
Tu és a favorita
Pra que isso de certo
Liberdade é a receita
Quando preso, eu fujo
Quando solto, se ajeita..
Me faço companhia
Relembro o dia em que te conheci
Onde foi que esqueci, o talento de amar
Na gaveta do quarto ou na mesa de um bar?
Tanto faz, tanto fez, pra que a lucidez
Só quero provar este gosto outra vez
Um cheiro, um perfume
Como de costume
Pra ressaca, que mata
A cura é a embriaguez
Como no xadrez, eu o rei e ela a dama
No jogo da vida o tabuleiro é a cama
Uma trama enrolada
Um tanto esquisita
Entre tantas mulheres
Tu és a favorita
Pra que isso de certo
Liberdade é a receita
Quando preso, eu fujo
Quando solto, se ajeita..
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
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